Um sorriso no rosto e a vida pela frente.
domingo, 6 de maio de 2012
O Sol Nascerá
Um sorriso no rosto e a vida pela frente.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Desabafos Ilustrados





sexta-feira, 9 de março de 2012
Não digam que o racismo não existe mais


Adicionando algo importante a ser esclarecido, retirado de uma Publicação do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - Ibase - e do Observatório da Cidadania: "Quando as pessoas que defendem as cotas raciais falam de "raça" estão dando um sentindo político e social ao termo. Ou seja, referem-se às pessoas que se declaram ao IBGE como 'pretas' ou 'pardas'. Numa leitura política essas duas categorias de cores são entendidas como o segmento 'negro' da população, pois as pesquisas mostram que as trajetórias das pessoas 'pretas' e 'pardas' são muito mais próximas do que a das 'brancas'. A desigualdade e a discriminação racial precisam ser corrigidas com políticas públicas e não só com a ideia de que somos um 'paraíso racial'. "

sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Comunicação justa para todos os lados
domingo, 11 de setembro de 2011
11 de setembro de 1973
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Dia do Agricultor – Experiências de sustentabilidade no semiárido
Aos meus queridos agricultores e às minhas queridas agricultoras, dedico esse texto que foi postado no Zine Pasárgada: Dia do Agricultor – Experiências de sustentabilidade no semiárido
E pra ver, as fotos do flickr.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Sexta-feira com uma Conversa de Botequim, faça o favor
Conversa Botequim é uma música do grande Noel Rosa em parceria a Vadico e data de 1935. De melodia boemia e letra simples, ela chega aos nosso ouvidos como se estivesse brincando. Em um ritmo todo rimado, a composição consegue até transformar em doçura as amarguras no botequim. Regravada (não sei quando) por Chico Buarque, Conversa de Botequim já tinha caído no gosto nacional compondo assim a nossa grande e diversa música popular brasileira.
Boa sexta-feira, com cerveja, proza e Chico (cantando Noel)!
Versão original de Noel Rosa.
Versão de Chico lindo
terça-feira, 31 de maio de 2011
Eu respeito, sim!
Nos últimos dias, me deparei com um vergonhoso texto (quem quiser conferir é só clicar aqui) em um blog de um famoso colégio do Recife - o Fazer Crescer (já posso chamar de decrescer?). Bem, esse fato me deixou bastante preocupada, não só por ser uma instituição de grande influência para as gerações futuras, mas também por demonstrar como muitos jovens da minha geração estão pensando.
A forma como a homossexualidade é tratada e vista hoje em dia ainda é preconceituosa e, pior, da maneira mais hipócrita possível.
Em homenagem ao colégio Fazer Decrescer, deixo aqui meu texto.
Oi, meu nome é Mele e sou heterossexual assumida. E, sinceramente, isso não é motivo de orgulho. É apenas minha orientação sexual. Orgulho mesmo eu tenho de perceber que posso lidar com pessoas e vê-las, independente de cor, raça, sexo e orientação sexual, do jeito que sempre tratei e vi qualquer um, como pessoas e como seres humanos que bem somos.
Que conceito de normalidade é esse? A homossexualidade é tão antiga (nossos livros de Historia que o digam!) que passo a achar que o nosso percurso histórico também seria anormal. Será? Claro que não.
Ainda existe a tal da hipocrisia (danada essa), do discurso alienado e preconceituoso que se nota nas nossas conversas em mesas de bares, em nossos meios virtuais (alô, Fazer Crescer!) e em nossos meios de comunicação. Ah! E, por favor, não me venham com "Deus criou o homem e a mulher para que eles possam procriar". Independente da minha crença religiosa e da minha crença ou não no divino, sempre entendi que Deus criou as PESSOAS para se amarem. Um casal heterossexual que opte por não ter filhos também seria considerado anormal? Uma sociedade composta pela diversidade é um fato e junto a ele precisamos ter o respeito.
Uma última resposta:
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Dança, arte e o que mais?
Deixo aqui alguns vídeos do Grupo Corpo. Essa veterana equipe de dança contemporânea possui o privilégio de apresentar em suas trilhas composições de nomes, como Milton Nascimento, Tom Zé, Caetano Veloso, Lenine, João Bosco e outros. Apesar de receber criticas vindas de especialistas do mundo todo, o grupo brasileiro não deixa de ter uma das mais bem conceituadas e originais concepções de coreografia. A dança, como foco principal, não obscurece as belas canções que acompanham os corpos em movimento, sintonia, agilidade... arte!
Em cada ritmo, em cada gesticulação, encontramos um pouquinho de nós, dos outros, de todos. A arte é isso aí, está na dança, na música, nas palavras e, principalmente, em nós.
Música: Caetano Veloso e José Miguel Wisnik
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Lenine
coreografia: Rodrigo Pederneiras
domingo, 9 de janeiro de 2011
Entretenimento Brasil
Entretenimento como comunicação é formação de sentimentos, opiniões, crenças e atitudes (não necessariamente tudo de uma vez). Por isso, exige responsabilidade máxima.
Você é responsável por aquilo que comunica, e não falo isso somente dos meios de comunicação, já que quem sustenta um programa desses é também quem o assiste e o propaga. Você pode não se influenciar e manter-se longe das agressões a dignidade de qualquer ser humano ali proferido, mas quem garante que seu vizinho não? Um parente seu? A população brasileira está preparada para isso?
Apesar de eu acreditar que a era BBB está chegando ao fim, em sua decrescente história, me surpreende como a “espiadinha” ainda é tão grande e se torna uma comoção nacional.
Vamos viver fora da casa.